Vanessa Versiani

26/06/2009

21/06/2009

Enquete: Sobre quais temas você gosta de ler neste blog?

Arquivado em: Sem Categoria — Vanessa Versiani * Personal Stylist @ 2:32 PM
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20/06/2009

14/06/2009

Auto-Estima Feminina

Agora há pouco, vendo as estatísticas do blog, vi que houve quem chegasse aqui buscando coisas do tipo “homem prefere…”. Bom, revistas femininas vivem com esse papo de “homem prefere isso”, “homem prefere aquilo”, “faça tal coisa e agrade seu homem”. Super mega blá blá blá.

Você quer qualquer homem ou quer homens que sejam interessantes pra você? Se quer qualquer homem, siga as revistas e bote silicone, mega hair e um monte de coisas e vire um cyborg ou qualquer outra coisa que não você mesma.

Se quer homens que lhe sejam interessantes, que agradem a você, seja você mesma. Assuma seus cachos, seus quilinhos a mais (que talvez nem sejam tão a mais assim!), o cabelo curto ou qualquer outra característica que as revistas digam que não é sexy, sem medo. Mulher com auto-estima, que sabe que tipo de homem a agrada é interessante pra vários. Não pra todos, com certeza. Mas melhor que ganhar cantada de qualquer pedreiro é receber elogios de homens que são interessantes de fato.

Escolha, seja seletiva, cobre o que você merece. Bem certo é aquele ditado que diz “antes só do que mal acompanhado”.

Permita-se ser diferente da multidão. Ouse, seja você, mostre seus diferenciais, explore sua sensualidade de outras formas que não os clichês de revista. Use roupas que te valorizem e não apenas algo que está na moda. Na moda tem muita coisa, mas sempre há peças que te valorizam e outras que podem te reduzir a nada se mal usadas.

Conhecimento não basta. Não basta saber o que está na moda. Tem de ter sabedoria para usar isso a seu favor e ser uma mulher sexy sem ter de investir em botox, silicone, mega hair, mas sim num guarda-roupa composto de peças de qualidade, que te valorizem.

Isso vai atrair homens interessantes, trabalhos interessantes e muitos elogios de todos os lados. Eu garanto.

Diablo Cody, roteirista do filme Juno.

Diablo Cody, roteirista do filme Juno.

Você pode escolher entre se valorizar de verdade ou tentar mudar seu jeito, ficar ainda com a auto-estima baixa e correr o risco de acontecer como com a Miss Rio Grande do Sul que era bonita, fez uma plástica no nariz sem necessidade alguma e estragou o rosto.

A escolha é sua. Decida ser linda sendo você mesma.

Sugestão de leitura: “A ditadura da beleza e a revolução feminina”, de Augusto Cury.

Vanessa Versiani

08/06/2009

Elegância e estilo no trabalho

Quando se pensa em pessoas que ocupam altos cargos em empresas, pensamos naquele “uniforme” sugerido pelas revistas especializadas em carreira. Homens de terno e gravata, com cores ditadas pelas revistas e mulheres de tailleur ou terninho. Ambos de cortes bem clássicos mesmo quando quem usa as peças é uma pessoa mais jovem.

Já vi, inclusive, homens bem magros dentro de ternos que não os valorizavam em nada, com um corte inadequado ao seu tipo físico.

Assim como há mulheres que se vestem seguindo essas normas, nas grandes empresas onde atuam, mas, ao fazer isso, acabam sufocando seu próprio estilo.

E, ter elegância e vestir-se formalmente para o trabalho não significa, de modo algum, ter de matar seu próprio estilo.

Todos podem – e devem – respeitar seu estilo ao pensar no que vestir, seja para o trabalho, para lazer, viagens, reuniões de negócio, etc.

Uma mulher que em sua vida social gosta de roupas justas, com decotes e fendas certamente não pode usar isso num ambiente formal de trabalho. Mas pode usar peças coerentes com seu estilo sexy, mas adequados àquele ambiente.

Um homem jovem – e mesmo um executivo mais velho cujo corpo esteja em forma – pode usar ternos mais ajustados, camisas ajustadas. Usar peças que valorizem o que ele tem de melhor ao invés de usar ternos largos.

Há também as pessoas que trabalham em empresas cujo “dress code” é informal, como muitos profissionais de TI (tecnologia da informação).

Nessas empresas, os funcionários podem usar trajes informais. Em certos casos é permitido até mesmo ir de bermuda e chinelo para o trabalho. Mas… e a elegância onde fica?

Sim, há espaço para a elegância. Vestir-se de modo informal não significa que deva usar roupas de mau gosto. Nem na rua, na vida social, muito menos no trabalho.

Pode-se (e quem tem algum bom gosto até deve) ser elegante em trajes informais. Usar tênis, mas sem ficar com cara de que vai à academia. Usar jeans e camisetas de modo que mostrem quem você é e o que pensa, que seja você e não apenas mais uma pessoa na multidão.

E mostrar sua personalidade através da roupa, diferenciar-se, é ser marcante pela sua elegância e bom gosto, usando peças que te valorizem e que sejam coerentes com seu estilo e os ambientes por onde circula. O que é bem melhor que chamar a atenção por ser vulgar, de mau gosto ou totalmente sem noção de moda.

Usar a moda a seu favor é a chave. E não usar aleatoriamente qualquer peça que seja moda, que também pode ser um “tiro no pé”.

06/06/2009

Aproveitem o final do 1o semestre!

Arquivado em: atuaçao, consultoria, moda, personal stylist — Vanessa Versiani * Personal Stylist @ 6:10 AM
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O segundo semestre está chegando e com ele tabela nova para os serviços.

Aproveitem o mês de junho para renovar o guarda-roupa e se preparar para o inverno não apenas para vestir roupas que aqueçam o corpo mas roupas que inspirem, que mostrem quem você, que te deixem elegante e te valorizem.

01/06/2009

Lições de Suzan Boyle

Arquivado em: Beleza, comunicaçao visual, consultoria, marketing, moda, personal stylist — Vanessa Versiani * Personal Stylist @ 1:22 AM
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Li hoje uma matéria muito interessante, escrita por Tom Coelho, com o mesmo título deste post, e copio o texto abaixo pois tem a ver com os temas principais deste blog.

“”Duvidar de tudo ou acreditar em tudo
são duas soluções igualmente convenientes;
ambas dispensam a necessidade de reflexão. “
(Henri Poincaré)

É muito provável que você tenha ouvido falar de Susan Boyle. Trata-se de uma senhora escocesa que virou celebridade mundial após apresentar-se num programa de calouros na Inglaterra. De aparência descuidada, foi inicialmente menosprezada e ridicularizada pelo júri e a plateia até entoar de forma admirável, por alguns minutos, trecho de um musical, com direito a lágrimas e aplausos.

Em tempos de internet, o vídeo de sua apresentação correu o mundo, sendo acessado mais de 100 milhões de vezes ao longo de duas semanas. Ganhou verbete na Wikipédia, entrevistas em talk shows, contrato para gravação de um CD e cerca de 30 milhões de links no Google.

O sucesso ofuscou caso idêntico ocorrido dois anos antes, no mesmo programa, com o galês Paul Potts, que em circunstâncias similares cantou uma ária de ópera, sagrando-se posteriormente vencedor daquela edição da competição.

Ambos os episódios nos legam alguns ensinamentos e reflexões. Em princípio, sobre a necessidade singular de críticos em aplicar rótulos. Assim, houve quem se emocionasse a ponto de eleger os cantores como exemplos de superação, por demonstrarem elevada resiliência ao suportar a animosidade inicial da plateia, encantando-os em seguida. Mas houve também quem qualificasse tudo como uma farsa, haja vista que os produtores já deveriam conhecer previamente a capacidade dos candidatos.

Do ponto de vista motivacional, os eventos são, sim, louváveis, pois o inconsciente coletivo ganha refúgio em cada um destes personagens por representarem uma aspiração social comum à maioria das pessoas diante da iniciativa de se expor, do enfrentamento do medo de falar em público, do receio de ser hostilizado, da confrontação da baixa auto-estima e, por fim, da conquista do reconhecimento.

Se formos tomar os eventos como produções forjadas para enaltecer os espectadores, mérito de seus organizadores por identificarem os talentos, dar-lhes a oportunidade, construírem um cenário favorável, agradarem os presentes e conseguirem uma exposição na mídia digna de inveja aos maiores comunicadores.

Todavia, que não se obscureça uma verdade irresoluta. Vivemos uma ditadura da imagem que age como um filtro na vida em sociedade. Continuamos a ser julgados pela embalagem antes mesmo de ser possível apresentar seu conteúdo. Esta é a regra, não a exceção, tanto que a própria Susan Boyle apareceu dias depois com visual repaginado, ostentando novo corte de cabelo e trajes bem alinhados.

Que fique uma última lição para o mundo empresarial. Não cabe a recomendação do “seja você mesmo, ainda que tenha um estilo excêntrico, sem se importar com o que pensam os demais”. Nos dias atuais, isso seria suicídio corporativo. Deve-se evitar, é claro, a perda da autenticidade, mas em termos de marketing pessoal, vale lembrar as palavras do publicitário Ckuck Lieppe que dizia: “Aparentar ter competência é tão importante quanto a própria competência”.

Tom Coelho, com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, e mestrando em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente pelo Senac, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting, Diretor Estadual do NJE/Ciesp e VP de Negócios da AAPSA.

Fonte: http://www.catho.com.br/jcs/inputer_view.phtml?id=10825

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